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quarta-feira, setembro 27, 2006

Feliz parabéns

Pois este blog fez um ano ao quarto dia deste mês e ninguém lembrou. Nem eu. Amanhã tem o meu, que já teve ano que esqueci também. É muita data em setembro prá lembrar. Aniversários de amigos, meu, do Grêmio, do Stephen King, da Independência, dos Farrapos, do atentado em NY...

segunda-feira, agosto 21, 2006

Sorte de Hoje comentada

Sorte de hoje:
Seus princípios valem mais para você do que dinheiro ou sucesso

Nenhum comentário engraçadinho hoje. Esse é piegas mas verdadeiro.

quinta-feira, agosto 10, 2006

Sorte de Hoje comentada

Sorte de hoje:
Seu maior sonho vai se realizar

Sério?! Supimpa! Mas a Supermáquina da Glasslite vem com o caminhão e tudo?

"Marinheiro, me faz um jogo prás dezoito urgente!"

segunda-feira, agosto 07, 2006

Sorte de Hoje comentada

Sorte de hoje:
Você escapará por um triz de um problema sério

Memorizar as seguintes frases:

1) Já estava assim quando cheguei!
2) Isso não é meu!
3) Nem fui no Grenal!
4) Nunca vi essa menina mais... barriguda!

quinta-feira, agosto 03, 2006

Sorte de Hoje comentada

Sorte de hoje:
Você terá uma velhice muito confortável
(Sorte vai ser eu TER uma velhice)

quarta-feira, agosto 02, 2006

Eu comigo













Pena que o Garfield nunca influenciou na formação do caráter da gurizada. Se criança é livre de hipocrisia e geralmente falam o que pensam, um pouquinho de sarcasmo e ironia para elas seria perfeito. Mas não... elas estão aprendendo a ser "rebeldes" de TV...

segunda-feira, abril 24, 2006

Segunda-Feira sem fumar com vozes na minha cabeça

Sete horas anuncia meu celular. Agora é dar uma mijada, colocar a roupa, tomar um café e... droga, vem a lembrança da promessa da noite anterior: parar de fumar pela 666ª vez.
É nesse momento que começam as vozes na cabeça com seus argumentos muito bons: "Ha... tu tava brincando ontem quando disse isso", "Tem certeza que disse isso?", "Ha, mas esse primeiro da manhã depois do café tu merece, depois tu vê o que tu faz", e por fim "ah pára! tu acha realmente que vai conseguir trabalhar normalmente sem fumar?". Continuo andando, lavando o rosto, me arrumando, tomando meu café, escovando os dentes e as vozes atrás de mim como uma pessoa chata caminhando no encalço e tagarelando. Coloco minha roupa e encho os bolsos com as coisas que devem estar neles: chaves, carteira, passagens, isqueiro, cigarro. Não, não, vocês dois aí podem sair, não vão junto. Eles ganham vozes também quando são colocados de volta na escrivaninha:
- Ei cara! Eu sempre vou junto! Tu tem que me levar! Onde já se viu deixar uma cheirosa carteira de cigarro cheinha como eu sozinha nesse quarto o dia inteiro! Foi para isso que tu me tirou da prateleira no bar! Outro podia me levar, mas não, foi tu que me comprou e agora deve me fumar!". Fechar a gaveta resolve e cala a carteira de Carlton, o esqueiro fica de fora e tenta utilizar outros argumentos:
-Rapaz, leve-me pelo menos, por garantia, vai que tu desista dessa idéia maluca no meio do dia, compre uma carteira e precise de mim para acender um cigarro! Se isso acontecer eu compro outro Isqueiro também, seu isqueiro verde! Hahaha! Um isqueiro verde!! verde e de 3 por um real, Hahahah!!!
Consigo sair de casa, sem cigarro e sem o isqueiro, que vão passar o dia juntos naquela gaveta, conspirando contra mim. Eu deveria tê-los jogado da janela?
Caminho até o trem com uma agradável e ao mesmo tempo angustiante sensação de pulmões limpos, algumas coisas do trajeto de sempre parecem ter de uma hora para outra, cheiro.
Meu medo continua até a estação onde eu me sinto seguro, dentro do trem estou acostumado a não fumar alí não terei vontade, oi que de fato acontece. Mas mesmo assim, começo a ler um livro, torcendo para que nenhuma personagem fume um cigarro e que isso não seja narrado com muito talento.
O metrô chega ao destino e vem a voz no alto falante: "Estação terminal Mercado, solicitamos a todos que desembarquem nesta estação. Fume com prazer o seu cigarro e bom dia!"
Merda! É exatamente isso que eu quero fazer! Eu sempre descia do trem com o cigarro e isqueiro na mão, prontos a serem acendidos logo ao enchergar o prádio da Aplub na saida do túnel! Mas não é isso que acontece, eu respiro. Respiro normalmente, eu tenho olfato agora, pelo menos mais que na última vez que passei por aqui. E isso fede, As vozes voltam:
-Tá vendo? Mais um motivo para fumar, O mundo fede para quem não fuma... Sigo, tentando não dar bola para a voz nem para os cheiros do centro de Porto Alegre.
Chego a parada do 617, caminhando rápido como sempre, mas dessa vez não cheguei esbaforido e não apareceu nenhuma voz para exaltar isso.
Dessa vez o ônibus demorou mais. "Hahá tu sabe o que fazer para o ônibus aparecer! Acenda um cigarro! Ele sempre aparece logo que você acende um cigarro."
Cheguei atrasado.
(Continua)
(...será?)

sábado, fevereiro 11, 2006

Ossos-duros-de-roer-do-ofício

Depois de quase duas abandonando o blog, finalmente é sábado e eu arrumei um tempo para aprecer por aqui. "Hãn, cuméqui é? desde quando o Cristian precisa arrumar tempo prá alguma coisa, ele só fica em casa fumando e bebendo" tu pensou alto e eu ouvi. Desde segunda, respondo, quando voltei a trabalhar, realmente, depois de tanto tempo de molho.
A agência é longe, metrô mais um auxiliadora todos os dias para ir e voltar, função direta sobre pressão, carga horária indefinida e imprevisível. Ontem, plena sexta-feira, saí de lá às 22... Para um organismo que estava se acostumando a só comer, dormir e beber por mêses, foi um baque.
Bom, mas são ossos desse ofício que conheço bem, são assim mesmo, duros de roer. Nada chique, nada glamouroso, como pensa a gurizada que escolhe a publicidade nos vestibulares. Me reacostumar com isso é questão de tempo, e aí vai passar a um vício de novo.

domingo, janeiro 29, 2006

Mais e/ou Menos

-Oi Cris, saiu do Orkut?
-É. Aparecendo menos, fazendo mais.
-Hum. Mas e o blog? Anda meio parado também.
-Pois é. Escrevendo menos, lendo mais.
-Vem cá, tu não tá pra muito papo né?
-Capaz. Falando menos, ouvindo mais.

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Fase de Frases II

"A dor acostumada não se sente" - Camões

terça-feira, dezembro 20, 2005

To hell with jingle bell

Chegou. Entrei no meu pior período do ano. De agora até lá pelo segundo ou terceiro dia de 2006 eu prá ticamente não existo. Poderão me encontrar recluso no meu quarto enchendo a cara de qualquer coisa, menos de sorrisos forçados de quem tenta demonstrar aos parentes e conhecidos, o tal espírito de natal. Não vou comprar presente algum e também não vou receber coisa nenhuma. Odeio panetone, odeio lentilha e odeio carne de ave que vem só com o peito. Continuo sendo o melhor arte-finalista desempregado da grande porto alegre. E pela primeira vez em 10 anos, não terei em quem dar aquele beijo em meio aos fogos da meia-noite. Aquele beijo apaixonado de quem quer muito mais tempo. No caso, na ultima oportunidade que tive, a pessoa deveria querer dizer “aproveita esse beijo, que este é o ano que vou te dar um pé na bunda”.
Mas minha desilusão com natal e ano novo vem de longe desde quando descobri a identidade secreta do papai noel. Quando fui receber o bom-velhinho, peguei meu presente e saí resmungando que o papai noel era o Volnei, vizinho do lado.Minha idéia para natal e virada do ano desta vez é passar dentro de algum cinema, há vários que funcionam a meia-noite, um local onde não há espírito natalino ou de ano novo, não se ouvem foguetórios, e quisá, só estarei eu por lá.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Hiato Criativo

Não me lembro de ter passado por uma época assim. Estou procurando as coisas e não acho. Já faz algum tempo que ando perdendo coisas das mais diversas. Guardei 20 reais mas não sei onde, não sei onde coloquei meu molho de chaves, não sei onde está minha camiseta nova do Brujeria, perdi também os assuntos que iria escrever aqui, perdi as palavras, fora outras coisas que eu perdi.
Minha esperança é que quando se procura por algo, sempre acaba-se achando outra coisa que havia-se perdido. Arrumei um trabalho, um bico, ou para na lingua afrescalhada dos publicitários, um freelance, que me ocupa algumas horas de trabalho em casa. Mas para isso preciso da minha criatividade, e eu não a encontro também. Melhor eu procurar algo. Pelo menos meu molho de chaves, para ver se acabo encontrando alguma outra coisa, nem que seja 1 real em baixo da cama.

quarta-feira, novembro 23, 2005

See nothing

Ainda sem muito o que dizer nesta semana, só atualizei o fotolog.

"À beira de um precipício só há uma
maneira de andar para a frente:
é dar um passo atrás."

quinta-feira, novembro 17, 2005

Cada dia tem sua frase perfeita

"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente" Autor desconhecido, copiado do MSN do meu camarada Moris.

sexta-feira, outubro 28, 2005

Por quê as cartas não tinham emoticons?

As pessoas da minha lista do MSN já devem ter percebido, mas nunca fico muito tempo numa conversa. Não gostar do MSN hje em dia é um certificado de anti-socialidade. Mas apesar de tudo, é necessário. Até pra falar com a minha mãe a forma mais fácil é nesse troço. Todos teus amigos e muitos parentes online ao alcance de um "olá" de três dígitos gratuítos. Tudo seria uma mravilha se as pessoas respeitassem aos status. Se eu estiver "ocupado" e não estou falando com a fulano, é pq estou ocupado falando com beltrano. Mas fulano insiste em mandar mensagens e começa: "olá, tá ocupado mesmo?", para ser educado tu responde e quando vê estão todos na tua tela como se estivessem te cutucando no ombro no meio de uma conversa. Ninguém fica cutucando alguém no meio da conversa, mas quando estão no MSN sim... Alguém pode me explicar isso?
E os emoticons? Malditos sejam! Uma frase que levaria um segundo para chegar, tem que ficar esperando meio minuto até as figurinhas que existem para cada palavra carreguem. Fora as palavras que ficam ilegíveis com um smile pulando no meio.
Claro, vou continuar usando o MSN, mas espero que um dia as pessoas saibam usá-lo sem a gente ter que escrever um texto desses e passar por chato e mau-humorado.

terça-feira, outubro 25, 2005

... and the set goes to...

Meus 15 minutos de fama passaram desapercercebidos até mesmo para mim. Foi sexta passada, na premiação do 18 Set Universitário na PUC onde jornal laboratório da Agecom, o TRI venceu na categoria Melhor Projeto Gráfico. O detalhe que credencia a sentir-me dono deste troféu é que o tal projeto gráfico do jornal não existe e é feito nas coxas pelo diagramador. Imaginem darem um prêmio de melhor projeto para um arquiteto que não arquitetou uma casa (que não tinha projeto), o prêmio seria do pedreiro que foi quem na verdade arquitetou a casa. O troféu só está na parteleira da Agecom e não na minha por que quem concorreu foi o jornal e não eu. Agora para comprovar alguma coisa desse prêmio em termos de currículo, só mesmo aperesentando a matéria sobre o Set que está por vir e a edição do jornal com meu nome como diagramador no expediente.

quarta-feira, outubro 19, 2005

Um pouco de serviço nesse corpo

Desde a época do VS que eu não trabalhava tanto sob pressão como nos últimos dias. Estava sentindo falta dessa correria de diagramação de jornal. Pagemaker, Corel, Photoshop e Word abertos para produzir páginas, capa, contra-capa e anúncios, todos ao mesmo tempo. Quem disse que não existe adrenalina sentado em uma cadeira? Terminei o TRI, do Labcom exatamente as 20h de hoje. Modestia a parte estou cada vez melhor nisso. O que tem de agência de publicidade perdendo dinheiro sem mim não tá no mapa. Preciso de um emprego! Grana certa para minhas despesas certas! Indo prá Unisinos tento a bolsa e economizo uma grana do Centralão. Dá até uma certa empolgação de recomeço.

quarta-feira, setembro 28, 2005

Discurso! Discurso! Discurso....

Hoje acordei com a mesma idade de ontem. Mas em menos de 20 minutos corri para o espelho para ver se tinha alguma novidade. Não, aos 28 anos tudo continuava como aos 27 da noite anterior. As mesmas espinhas com os mesmos cabelos brancos. Acho que isso me define exatamente: um cara com espinhas e cabelo branco. Ramones e Sinatra. Kill Bill e O Encouraçado Potemkin. Publicidade & Propaganda e Socialismo. Este sou eu aos 28 anos. Obrigado pelos muitos scraps e poucos telefonemas. Pelos muitos dígitos e poucas palavras...

Ps. Querem saber uma data impotante para mim? 5 de setembro, quem me conhece mesmo sabe porque.

Abraços.

terça-feira, setembro 13, 2005

Manual do Pai Solteiro - Parte 1

Quando se tem uma bambina que se ama muito, tu sabe que nos momentos que se tem junto com ela, tu não pode atrasar (e tu nem quer), porquê ela vai estar lá, te esperando com a mochilinha nas costas no local combinado com a mãe. Tu aparece e a alegria de criança se transparece nos olhos de duas das três partes envolvidas, só a mãe dela fica indiferente.
Tu sabe disso, que não pode fazer isso, ainda mais quando essa terceira parte anuncia que está trazendo tua bambina de 300km (com a passagem financiada por ti claro), para passar dois dias contigo, e ela não aparece no dia marcado, nem liga. Tu fica com a mochilinha nas costas também, esperando.

quarta-feira, setembro 07, 2005

7 de Setembro, 8 horas.

Acordei cedo, com uma repentina vontade de beijar a bandeira, procurei o hino nacional no Emule e executei-o em volume máximo, corri até a rua olhei para nosso céu azul e bradei com toda a força de meus pulmões: "Bom dia meu Brasil querido! Viva a Independência da Pátria! Terra de livres, Terra de Bravos!" Recebí o pagamento ontem, lembrei. Vou sair para comemorar! Abri a carteira e ví que já quase não tenho mais meu mensalinho. Voltei prá cama (ou será que só me virei para o outro lado?)